COOPERATIVAS
 se mantêm FORTES em tempos de crise.

Sistema OCB/PE - Notícias

Cooperativa produz álcool 70% e doa produção para entidades públicas

A pandemia mundial causada pela proliferação do coronavírus causou desabastecimento de alguns materiais que ajudam no combate ao vírus. Sensibilizado pela situação e querendo dar a parcela de contribuição para ajudar na luta contra o Covid-19, a Cooperativa do Agronegócio da Associação dos Fornecedores de Cana de Açúcar de Pernambuco (Coaf) uniu os cooperados para agir neste momento de calamidade. A Coaf realizou a produção de sete mil litros de álcool 70%, que vai diretamente para prefeituras de cidades da Zona da Mata Norte do estado e entidades públicas. A medida tem como fundamento fazer com que os serviços básicos da região não parem de trabalhar pela escassez do material.

"Nosso compromisso com o estado era de 5,5 mil litros de álcool. Mas essa região está muito abalada por causa do vírus. Então nos unimos, observamos que poderíamos fazer mais e ajudar outras entidades que também estão empenhadas na lua pela saúde da população", contou o presidente da Coaf, Alexandre Andrade.

A usina da Coaf tem produção diária de álcool hidratado. Esse é o mesmo tipo de álcool encontrado nas bombas dos postos de gasolina. Para fazer o material de doação foi necessário instalar algumas mudanças na produção, além de produzir água destilada. Com a mistura em quantidade certa foi possível produzir o álcool 70%. Todo esse material vai direto para prefeituras, universidades estaduais e federais, Polícia Federal e Militar.

"Nós, como cooperativa, tínhamos que nos movimentar. Não faz sentido ficar parado quando podemos fazer algo pelo bem da sociedade. Nos comove muito o apelo de outras prefeituras, muitas do sertão do estado, que não possuem o material. Mas ajudamos na medida do possível para que esse momento passe logo e que todos possam voltar a viver normalmente", finalizou o presidente da Coaf.

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Cooperativa Agrícola dá dicas de higienização dos alimentos para combater vírus

 

A maneira como manipulamos o alimento, juntamente com a forma de embalagem e transporte, pode trazer riscos de contaminação do novo Coronavírus. De acordo com informações da Organização Mundial de Saúde (OMS), a transmissão pode acontecer de modo indireto através do contato com superfícies já contaminadas. Com essa preocupação, cooperados da Cooperativa de Trabalho Agrícola e Assistência Técnica de Barreiros (Cooates), que tem trabalhos agrônomos em diversas cidades de Pernambuco, Paraíba e Alagoas, prepararam uma lista de recomendações para a população se precaver e ajudar na luta contra a propagação do vírus.  

A primeira recomendação da Cooates é que as pessoas sempre notem as mãos como se elas sempre estivessem sujas. Isso quer dizer que se deve evitar, a todo custo, colocá-las na boca, olho ou nariz antes de lavá-las muito bem com sabão e água.

Compras online

Atualmente, existe uma grande quantidade de serviços que entregam frutas e verduras em casa. Com a orientação dos órgãos de saúde para ficar em casa, uma boa pedida é se aproveitar dos serviços online. Porém é preciso tomar algumas medidas com os produtos que chegam à nossa residência.

Caso necessite ir ao supermercado

Uma boa dica é levar o próprio carrinho ou sacola de compras. Caso não seja possível, tenha seu álcool em gel por perto para passar o produto onde terá o contato com a mão. Quem compra frutas ou verduras deve ter um cuidado adicional. É muito importante, assim que chegar em casa, lavar esses alimentos com água corrente e colocá-los de molho em uma solução de uma colher de água sanitária para um litro de água. As embalagens plásticas também devem receber uma higienização. Mas nesse caso, com álcool 70% já combate o agente.

Cuidado redobrado com as mãos

De acordo com a orientação da cooperativa, as mãos são o grande problema na propagação indireta do vírus. A mão suja, em contato com um alimento, pode trazer grandes prejuízos para a saúde. Antes e depois de pegar nos alimentos, devemos ter o cuidado de sempre lavá-las. Essa acaba sendo uma ação bem cooperativista, pois beneficia, também, todas as outras pessoas do ciclo de quem faz a higienização. 

Para o presidente da Cooates, José Cláudio da Silva, é hora do espírito cooperativista falar mais alto para que a população passe dessa fase o mais rápido possível. "É hora de nos cuidarmos, ser prestativos e atentos. Esse cuidado deve ser com toda a população. Se formos mais cooperativistas nessa hora, todos sairemos deste momento bastante fortalecidos", comentou José Cláudio.

 

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Comunicado de Cancelamento da Assembleia da OCB/PE

Em virtude da pandemia do Covid-19, o Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Pernambuco (OCB/PE) divulga comunicado sobre cancelamento de sua assembleia geral ordinária. Confira abaixo:

Comunicado-Cancelamento-de-AGO

 

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Cooperada cria máscaras para ajudar população no combate ao Covid-19

 

O significado de empreendedorismo nem sempre está atrelado à ação de criar um negócio, que algum dia dará lucro. Acima disso, a palavra é ligada à promoção de atividades transformadoras de uma realidade. Foi com a intenção de mudar a realidade do bairro onde mora que a artesã Helena Cinthya de Cerqueira, cooperada da Cooperativa Pernambucana de Trabalho em Serviços e Assistência Técnica (Coperata), está desenvolvendo, de um modo bem estilizado, máscaras de proteção para nariz e boca. Com esse trabalho, ela auxilia as pessoas que buscam por equipamentos de proteção respiratória, frente ao avanço do Covid-19 no Recife.

Todo o material produzido por Helena é feito de tricoline 100% algodão e tecidos impermeabilizados. O material pode ser lavável. Ou seja, tem a característica de ser reutilizável por um grande período de tempo. O trabalho começou logo no início da semana. Desde as primeiras máscaras prontas, a busca tem sido grande.

"Foi vendo a necessidade do produto que tive a ideia de eu mesma produzir com diferentes estampas. No nosso bairro não existe mais o material nas farmácias. Quando aparecia, rapidamente era comprado. E por valores altíssimos. Tendo o material em casa e sabendo fazer as peças, eu me vi na missão de ajudar as pessoas", comentou a artesã.

Helena não ganha dinheiro pelo trabalho. Apenas cobra o valor de custo por cada material, que é distribuído ao público na própria casa da artista. "Não cobro a mão de obra. Apenas o valor que esse material me custou. Cada máscara sai ao preço de R$ 5. Independente do modelo ou cor. A missão aqui não é ganhar dinheiro, mas sim proteger as pessoas e fazer com que o vírus pare de crescer na nossa cidade", ratificou Helena.

Na visão dela, esse trabalho está diretamente ligado ao que o cooperativismo defende. "Vendo a real necessidade da saúde em nosso estado, devemos agir para contribuir com a sociedade. Existe uma grande necessidade de proteção. Agora é hora de aflorar ainda mais o espírito cooperativista para fazer com que a sociedade passe por esse desafio da melhor forma possível", finalizou Helena.

Para os interessados no material, a artesã disponibiliza o telefone (81) 99909 1822 para mais informações. Os pedidos estão sendo retirados na Avenida Dr. José Rufino, 3843, no Bairro de Jardim São Paulo.

 

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