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 se mantêm FORTES em tempos de crise.

COOPERATIVA 3º MILÊNIO REALIZA 19º FESTIVAL DA MÚSICA

 

Aconteceu, no último sábado (05/10), mais uma edição do festival anual de música da Cooperativa dos Trabalhadores em Educação 3º Milênio, em Limoeiro, cidade que fica a 80 km do Recife. O evento tem como objetivo levar ao público apresentações de paródias de músicas feitas pelos próprios alunos com base nos conteúdos vistos em sala de aula. O festival conta com apoio do Sescoop/PE e reúne, a cada edição, mais de 3 mil pessoas.

A comissão julgadora contou com a participação do presidente do Sescoop/PE, Malaquias Ancelmo de Oliveira, que analisou as apresentações de acordo com os critérios elencados.  O festival possui uma proposta pedagógica que trabalha, ao longo do ano, a pesquisa de temas, a liderança, a integração, a troca e o espírito de equipe. São os próprios estudantes que coordenam as apresentações, incluindo a música, as coreografias, os adereços, envolvendo familiares e até profissionais contratados.

Débora Cardoso, de 15 anos, é aluna do 2º ano e uma das cantoras principais da apresentação Pompeia, que retrata a história da cidade grega dizimada por uma erupção vulcânica. Para ela, trata-se de uma experiência positiva. “É uma iniciativa interessante da escola incentivar esse lado artístico dos alunos e não apenas a preparação intelectual”. A apresentação de Pompeia levou dois meses para ser concluída e reuniu 70 alunos com um investimento de R$ 24,5 mil para custeio de adereços, figurinos e cenário.

Para que as apresentações atendam ao padrão do festival e representem de forma fidedigna o tema escolhido, os alunos contratam aderecistas, a exemplo de Daniel Olyver. Ele trabalhou com o 8º ano na apresentação Viva México!, que abordou a cultura mexicana, em especial a tradição de celebrar o Dia dos Mortos. A apresentação foi vencedora do Grupo IV e os detalhes nas fantasias incluíram iluminação nas barras dos vestidos e pequenas réplicas de altares luminosos nos sombreiros usados pelos alunos. “A parte visual é muito importante, pois conta a história sem precisar falar. Foi um período longo de pesquisa, entre três e quatro meses, mas é muito importante. Quando as pessoas conhecem outras culturas e sua mistificação, elas aprendem a respeitar”, frisou o aderecista.

Segundo o diretor secretário da cooperativa, Plínio Giorgio, o festival se tornou mais tecnológico, nesta edição, com novos painéis de led, ampliando a iluminação e destacando ainda mais as performances. Sobre os temas, ele reforça a importância de os alunos colocarem em prática o aprendizado de forma diferente. “Os alunos mostram no festival o que aprenderam em sala. Transmitem para o público o que foi visto, saindo da rotina diária da sala de aula, participando, assim, de novas propostas pedagógicas”, concluiu.

 

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